William Shakespeare’s Hamlet has inspired all kinds of artists. For Miguel Moreira, the questions that arose in the studio were: “What would the words provoke in the dancers’ bodies? What new states could they bring, knowing that the voice would open up new meanings from the words?” Regarding the performance, he writes: “The image of people freeing themselves from their (social and psychological) shackles, walking freely in search of a new meaning for themselves in the world, is what we felt we were pursuing in this creation.” The title was supplemented with L’Ange du Bizarre, Baudelaire’s translation of a book by Edgar Allan Poe (The Angel of the Odd) and of an exhibition the collective saw in Paris that greatly influenced them. “In the contemporary world, everything takes on new meaning with each passing day. Fragments of memories of what we have lived and the places we have passed through. Hamlet will always be a literary work that illuminates our darkest days, and where, without a destination, we will seek to discover what makes us be here, bound to the wonder of life.”
Hamlet, de William Shakespeare, inspirou todo o tipo de artistas. Para Miguel Moreira, as perguntas que se impuseram no estúdio foram: “O que provocariam as palavras nos corpos dos bailarinos? Que novos estados poderiam trazer, sabendo que a voz abriria novos sentidos a partir das palavras?”. Sobre o espetáculo, escreve: “A imagem de pessoas que se libertam das suas amarras (sociais e psicológicas), que caminham livres na procura de um novo sentido para si no mundo, foi o que nos pareceu estarmos a perseguir nesta criação.” No título foi acrescentado L’ Ange du Bizarre, tradução de Baudelaire de um livro de Edgar Allan Poe (The Angel of the Odd) e de uma exposição que o coletivo viu em Paris e que muito os influenciou. “No mundo contemporâneo, tudo ganha novos sentidos a cada novo dia. Estilhaços de memórias do que vivemos e dos lugares por onde vamos passando. Hamlet será sempre uma obra literária que iluminará os nossos dias mais sombrios, e onde, sem destino, procuraremos descobrir o que nos faz estar aqui, amarrados ao espanto da vida.”
A PARTIR DE WILLIAM SHAKESPEARE
DIREÇÃO MIGUEL MOREIRA
Espaço Cénico Jorge Rosado, com a colaboração de João Fonseca e Ecco Mie Desenho de Luz João Fonseca, com a colaboração de Jorge Rosado Reinterpretado por Cárin Geada Música original Pedro Carneiro Musica adicional (coro) The three ravens (funeral) – melodia tradicional inglesa arranjada por Afonso Martins | Pastime with good company (tambor) – compositor Henrique VIII | Full bags, a brisk bottle (canon) – “Catcht” inglesa escrita por Henry Purcell Participação musical ao vivo (improvisação) Ricardo Toscano, Rodrigo Amado Tradução Bruna Beber Sweaters David Zambrano Acompanhamento artístico Pedro Paiva Interpretação e Cocriação Anastasia Senikova (Cast original Ana Silva), Ieva Brazenaite (Cast original Maria Fonseca), Miguel Moreira, Shadowman Participação especial Coro do Festival de Verão – Direção Paulo Vassalo Lourenço Assistente de direção Afonso Martins Coro Afonso Martins, Ana Mansoa, Carla Morais, Catarina Delgado Vaz, Catarina Lourenço de Carvalho, Helena Pinto Janeiro, Hélia Bernardo, João Carlos Fernandes, John Léchaud, Leonor Afonso Lopes, Luísa Almeida, Margarida Moura, Manuela Santos Godinho, Philippe Lazare, Rita Simões Desenho de som Miguel Serrão Realização de vídeo de cena Eva Ângelo Fotografia de cena e ensaios Paulo Pimenta e Helena Gonçalves Coprodução Companhia Útero, Teatro Aveirense, Centro Cultural Vila Flor, Cine -Teatro Avenida, Espaço do Tempo, Fiar, Theatro Circo de Braga, Cineteatro Louletano, Teatro Nacional de São João Residência Artística Estúdios Victor Córdon, Espaço Desvio/Zabra, Latoaria
















@Fotografias de João Tuna









Fotografias de Helena Gonçalves (Ensaio na Companhia Nacional De Dança – Estudíos Vitor Cordon)
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