Parede

Em 2002 havia também na margem sul do Rio Tejo, em Cacilhas, o espaço O Ginjal, em fase final de um primeiro período de plena atividade. Lugar emblemático no abandono e decadência inscrito nas paredes, de acolhimento de experiências performativas e plásticas em total liberdade, onde estava sedeado o coletivo Olho, dirigido por João Garcia Miguel, e onde O Útero, de Miguel Moreira habitou em muitas criações.

Parede

Com Maria João falcão e Teresa Alves da Silva ou Adriana Queirós ou Carla Ribeiro

Direção Miguel Moreira

Dramaturgia e Espaço Cénico Alberto Lopes e Miguel Moreira

Com o apoio de Carlos António

Luz de Celestino Verdades

Figurino de Eduardo Henrique

Mestra de Costura Teresa Louro

Agradecimentos Susana Branco, Rita Fernandes, Maria, Gustavo Vicente,Maria João machado, Eric Costa

Pedro Machado, André Almeida, José Pedro Costa, Mónica Samões, José Pedro Garcia, Só Produções,

Avenida de Roma, Rua lopes

 

Filme

Direção de Miguel Moreira

Com Maria João falcão

Participação de Laura Avellaned Alcina

Sonoplastia e Montagem de Alberto Lopes

Produção de Eduardo Henrique

Música origunae Gabriel Gomes e The Gift

Som (Dobragem) O Circo a Vapor e Gabriel Gomes

Luz de Carlos António

Estreado no Festival X em Cacilhas, no Espaço Ginjal no ano de 2002

@ fotografia de Teresa Alves da Silva no Festival Guidance

Em 2002 havia também na margem sul do Rio Tejo, em Cacilhas, o espaço O Ginjal, em fase final de um primeiro período de plena atividade. Lugar emblemático no abandono e decadência inscrito nas paredes, de acolhimento de experiências performativas e plásticas em total liberdade, onde estava sedeado o coletivo Olho, dirigido por João Garcia Miguel, e onde O Útero, de Miguel Moreira habitou em muitas criações.

In 2002, on the south in margin of river in Cacilhas, there was also the space O Ginjal, in the final phase of its first period of full activity. An emblematic place, marked by the abandonment and decay inscribed on its walls, it hosted performative and artistic experiments in total freedom, where the Olho collective, directed by João Garcia Miguel, was based, and where O Útero, by Miguel Moreira, resided in many creations.

Cláudia Galhós

Additional information

01
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HERALD

Where our words lay to rest and from time to time, when time presents, a little bit more.

02
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CREATORS

Our branches, stretched beyond tearing, made to build bridges.
To deliver method and process.

03
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Utero

Process, form and shape.
We, only as words, never neglecting our existence nor essence, display our hands in past and present shapes.